Viagra azul versus “viagra” rosa: qual a diferença?
Cialis Levitra Viagra Vardenafil Vitaros Cream Sildenafil Spedra Tadalafil Pacote Inicial para Disfunção Erétil Deseja que abordemos um assunto num artigo futuro? Queremos que os cuidados de saúde sejam mais sobre si. Subscreva à nossa newsletter para obter artigos de saúde personalizados que fazem a diferença. Aviso: A informação fornecida nesta página não substitui o aconselhamento médico profissional, diagnóstico, ou tratamento. Em caso de dúvidas ou preocupações sobre a sua saúde, por favor, consulte um médico. Aqui irá encontrar tudo o que tratamos. Ou, se estiver à procura de algo que ainda não temos, pode sugerir algo. (E deixe também o seu e-mail, de modo a podermos informá-lo se escrevermos um artigo com base na sua sugestão). Todas as nossas opiniões pertencem a pacientes reais após a entrega dos seus tratamentos.
A busca pela 'pílula rosa'
"Eu comecei a estudar fisiologia sexual bem na época em que o viagra apareceu. E a sensação era de que, naquele momento, muito dinheiro passou a fluir para a pesquisa em sexologia", relembra Nicole Prause, neurocientista e pesquisadora ligada à Universidade da Califórnia (UCLA). Nossa ciência [fisiologia sexual] ainda é de certa forma marginalizada, é vista como uma área arriscada. Há muitas companhias que não querem nem chegar perto desse assunto." Quase 25 anos e muitos milhões de dólares depois, a indústria farmacêutica nunca conseguiu emplacar uma versão da "pílula azul" para as mulheres. A história do viagra masculino é bastante conhecida.
Nutrição e Libido
"Quando alguns dos participantes dos testes clínicos começaram a relatar que vinham tendo mais ereções que o normal. Nós inicialmente não demos muita atenção, achamos que se devia ao fato de os participantes serem homens jovens." A decisão de investigar melhor veio quando um trabalho publicado por pesquisadores americanos mostrou como um dos componentes do fármaco que eles vinham testando (chamado inibidor PDE5) agia sobre o tecido do corpo cavernoso do pênis, aumentando a circulação sanguínea na região. "Meu chefe pediu que organizasse viagra in lisbon um estudo para entender se aquilo era real ou um 'acidente'", lembra Boolell. Tempos depois, as pesquisas com o viagra mostrariam que esse aumento da circulação era de fato capaz de provocar ereções e de mantê-las por mais tempo. E a primeira abordagem da indústria farmacêutica ao voltar seus esforços para um possível viagra feminino se baseava exatamente nesse princípio: literalmente bombear mais sangue para a vagina e para o clitóris. Cada avaliação que publicamos é recolhida através da Reviews.io, uma plataforma independente de avaliações. Os nossos especialistas monitorizam continuamente as novas descobertas na área da saúde e da medicina, e actualizamos os nossos artigos quando surgem novas informações.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Genérico | 50mg | 360 + 10 comprimidos | 225.33€ 214.60€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 60 + 4 comprimidos | 96.36€ 91.77€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 60 + 4 comprimidos | 125.19€ 119.23€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 90 + 6 comprimidos | 129.02€ 122.88€ | |
| Viagra Original | 100mg | 14 + 2 comprimidos | 89.03€ 84.79€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 360 + 10 comprimidos | 330.21€ 314.49€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 360 + 30 comprimidos | 470.93€ 448.50€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 90 + 10 comprimidos | 165.61€ 157.72€ | |
| Viagra Original | 100mg | 22 + 2 comprimidos | 120.71€ 114.96€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 270.47€ 257.59€ | |
| Viagra Original | 100mg | 34 + 2 comprimidos | 163.67€ 155.88€ | |
| Viagra Original | 100mg | 48 + 4 comprimidos | 207.15€ 197.29€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 360 + 10 comprimidos | 423.48€ 403.31€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 30 comprimidos | 88.92€ 84.69€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 20 comprimidos | 55.02€ 52.40€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 419.95€ 399.95€ |
Porque é que esta página foi actualizada em May 05, 2025 Página actualizada com alterações da revisão periódica de 3 anos. Página actualizada com alterações da revisão periódica de 3 anos.
- Suplementos à base de L-arginina, que promovem a vasodilatação e o fluxo sanguíneo na zona pélvica
- Géis tópicos com efeito térmico e estimulante, formulados com ingredientes como o mentol e o extrato de pimenta
- Comprimidos com maca peruana, um adaptogénio tradicionalmente associado à vitalidade e ao desejo
- Fórmulas com ginseng vermelho coreano, reconhecido por apoiar a energia e a resposta sexual
- Produtos com tribulus terrestris, uma planta utilizada para modular o equilíbrio hormonal feminino
- Sprays sublinguais de rápida absorção, contendo citrulina e vitaminas do complexo B
- Cápsulas com ashwagandha, que ajudam a reduzir o stress e a fadiga, fatores que inibem a libido
Para mais informação, leia a nossa política editorial O Dr. Daniel supervisiona todos os assuntos clínicos no Treated. Como chefe clínico, apoia o resto da nossa equipa para garantir que tudo o que estamos a fazer é seguro e coloca os pacientes em primeiro lugar. Passa também muito tempo a dar consultas aos pacientes em primeira mão, permitindo-lhe perceber como está tudo a funcionar e o que podemos melhorar.
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"Há ainda um grande estigma em relação a qualquer coisa que se proponha a lidar com problemas sexuais das mulheres", diz ela. "Uma pílula é considerado algo 'aceitável', mas qualquer coisa mais ligada à sexualidade é vista por muitas empresas como algo que pode causar dano à imagem, algo que pode ser visto como pornográfico. Passadas quase duas décadas, uma farmacêutica não havia desistido do viagra feminino - mas focava em outro órgão, o cérebro. Em 2015, a Sprout colocou no mercado o flibanserin, medicamento originalmente desenvolvido como antidepressivo e que atua nos níveis dos hormônios dopamina e serotonina com a promessa de aumentar a libido feminina. A droga foi recebida de forma crítica pelos especialistas.
3. DHEA
Nos testes clínicos, o aumento no número de episódios sexuais satisfatórios (uma medida relativamente subjetiva usada pelo órgão regulatório americano, o FDA, para avaliar essa categoria de medicamentos) observados em um mês entre as participantes ficou entre 0,5 a 1, quando comparado aos resultados do grupo submetido ao placebo. Ou seja, no intervalo de um mês, as mulheres que tomavam o medicamento relataram um episódio sexual satisfatório - ou menos - a mais do que aquelas que o não tomavam. Para mais informação, leia a nossa política editorial Descoberta por acaso pela Pfizer, a "pílula azul" se tornou uma máquina de fazer dinheiro. Só nos primeiros três meses, os americanos compraram o equivalente a US$ 400 milhões da droga para disfunção erétil. Não demorou para que a indústria farmacêutica voltasse os olhos para a outra metade do mercado - as mulheres - e visse aí uma oportunidade de dobrar seus lucros. "Eu comecei a estudar fisiologia sexual bem na época em que o viagra apareceu. E a sensação era de que, naquele momento, muito dinheiro passou a fluir para a pesquisa em sexologia", relembra Nicole Prause, neurocientista e pesquisadora ligada à Universidade da Califórnia (UCLA). Nossa ciência [fisiologia sexual] ainda é de certa forma marginalizada, é vista como uma área arriscada. Há muitas companhias que não querem nem chegar perto desse assunto." Quase 25 anos e muitos milhões de dólares depois, a indústria farmacêutica nunca conseguiu emplacar uma versão da "pílula azul" para as mulheres. A história do viagra masculino é bastante conhecida.
- Falta de desejo sexual persistente, clinicamente designada por perturbação do interesse/excitação sexual
- Dificuldade em atingir a excitação, mesmo com estimulação adequada e ambiente propício
- Secura vaginal que torna as relações sexuais desconfortáveis ou dolorosas
- Anorgasmia, ou seja, incapacidade recorrente de alcançar o orgasmo
- Diminuição da libido associada a fases de transição hormonal, como a menopausa ou o pós-parto
- Fadiga extrema e stresse crónico que anulam o interesse pela intimidade
"Quando alguns dos participantes dos testes clínicos começaram a relatar que vinham tendo mais ereções que o normal. Nós inicialmente não demos muita atenção, achamos que se devia ao fato de os participantes serem homens jovens." A decisão de investigar melhor veio quando um trabalho publicado por pesquisadores americanos mostrou como um dos componentes do fármaco que eles vinham testando (chamado inibidor PDE5) agia sobre o tecido do corpo cavernoso do pênis, aumentando a circulação sanguínea na região. "Meu chefe pediu que organizasse viagra in lisbon um estudo para entender se aquilo era real ou um 'acidente'", lembra Boolell. Tempos depois, as pesquisas com o viagra mostrariam que esse aumento da circulação era de fato capaz de provocar ereções e de mantê-las por mais tempo. E a primeira abordagem da indústria farmacêutica ao voltar seus esforços para um possível viagra feminino se baseava exatamente nesse princípio: literalmente bombear mais sangue para a vagina e para o clitóris. "O tecido que dá origem aos órgãos sexuais femininos e masculinos é o mesmo nas fases iniciais do desenvolvimento do feto", explica Boolell. "Esse tecido vai se diferenciando à medida que é exposto aos hormônios, mas as células-tronco que dão origem aos órgãos sexuais são essencialmente as mesmas [em meninos e meninas]. E a enzima fosfodiesterase tipo 5 [PDE5] também está presente no tecido genital feminino. Então nós pensamos: 'Bom, se funcionou com os homens, tem uma boa chance de que tenha impacto nas mulheres'." Os exames fisiológicos chegavam a mostrar um aumento da circulação sanguínea na vagina e no clitóris, mas tanto as participantes do grupo placebo quanto as que estavam tomando viagra não relatavam melhora na função sexual. Outras farmacêuticas realizando pesquisas semelhantes vinham se deparando com o mesmo problema - o que não chegava a ser surpresa para os especialistas em fisiologia sexual que já pesquisavam como a questão do fluxo sanguíneo se encaixava na equação da satisfação sexual.
Possíveis efeitos colaterais
"O tecido que dá origem aos órgãos sexuais femininos e masculinos é o mesmo nas fases iniciais do desenvolvimento do feto", explica Boolell. "Esse tecido vai se diferenciando à medida que é exposto aos hormônios, mas as células-tronco que dão origem aos órgãos sexuais são essencialmente as mesmas [em meninos e meninas]. E a enzima fosfodiesterase tipo 5 [PDE5] também está presente no tecido genital feminino. Então nós pensamos: 'Bom, se funcionou com os homens, tem uma boa chance de que tenha impacto nas mulheres'." Os exames fisiológicos chegavam a mostrar um aumento da circulação sanguínea na vagina e no clitóris, mas tanto as participantes do grupo placebo quanto as que estavam tomando viagra não relatavam melhora na função sexual. Outras farmacêuticas realizando pesquisas semelhantes vinham se deparando com o mesmo problema - o que não chegava a ser surpresa para os especialistas em fisiologia sexual que já pesquisavam como a questão do fluxo sanguíneo se encaixava na equação da satisfação sexual.
Preservação da Libido
Esse era o caso da cientista Nicole Prause, na época envolvida em um dos projetos do viagra feminino nos EUA. O aumento do fluxo de sangue para os órgãos sexuais também faz parte da resposta sexual feminina. Quando uma mulher fica excitada, o corpo intensifica a circulação sanguínea nas paredes vaginais e no clitóris, que aumenta de tamanho, assim como os pequenos lábios - um processo chamado vasocongestão. O problema é que, muitas vezes, as mulheres não chegam nem a se dar conta de que isso acontece. "Nós estudamos isso por anos e, para as mulheres, não é tão fácil autoavaliar a vasocongestão", ressalta Prause. Esse era o caso da cientista Nicole Prause, na época envolvida em um dos projetos do viagra feminino nos EUA. O aumento do fluxo de sangue para os órgãos sexuais também faz parte da resposta sexual feminina. Quando uma mulher fica excitada, o corpo intensifica a circulação sanguínea nas paredes vaginais e no clitóris, que aumenta de tamanho, assim como os pequenos lábios - um processo chamado vasocongestão. O problema é que, muitas vezes, as mulheres não chegam nem a se dar conta de que isso acontece.
- O stresse crónico eleva os níveis de cortisol, que inibem a produção de hormonas sexuais e reduzem a libido
- A fadiga mental e física diminui a capacidade de resposta aos estímulos eróticos e ao toque
- A privação de sono afeta o equilíbrio da serotonina e da dopamina, neurotransmissores essenciais ao desejo
- A ansiedade de desempenho pode bloquear a excitação, criando um ciclo de evitamento sexual
- Problemas de imagem corporal e baixa autoestima estão fortemente correlacionados com a inibição do desejo
- Técnicas de gestão emocional e psicoterapia cognitivo-comportamental podem reverter estes efeitos
- O apoio de um profissional de saúde mental é crucial quando o stresse se torna crónico e debilitante
"Nós estudamos isso por anos e, para as mulheres, não é tão fácil autoavaliar a vasocongestão", ressalta Prause.
Principais remédios para aumentar a libido feminina
Os nossos especialistas monitorizam continuamente as novas descobertas na área da saúde e da medicina, e actualizamos os nossos artigos quando surgem novas informações. Porque é que esta página foi actualizada em May 05, 2025 Página actualizada com alterações da revisão periódica de 3 anos. Página actualizada com alterações da revisão periódica de 3 anos. Para mais informação, leia a nossa política editorial O Dr. Daniel supervisiona todos os assuntos clínicos no Treated.
Qual o efeito do flibanserin?
Como chefe clínico, apoia o resto da nossa equipa para garantir que tudo o que estamos a fazer é seguro e coloca os pacientes em primeiro lugar. Passa também muito tempo a dar consultas aos pacientes em primeira mão, permitindo-lhe perceber como está tudo a funcionar e o que podemos melhorar. Para mais informação, leia a nossa política editorial Descoberta por acaso pela Pfizer, a "pílula azul" se tornou uma máquina de fazer dinheiro. Só nos primeiros três meses, os americanos compraram o equivalente a US$ 400 milhões da droga para disfunção erétil. Não demorou para que a indústria farmacêutica voltasse os olhos para a outra metade do mercado - as mulheres - e visse aí uma oportunidade de dobrar seus lucros. "Então nós sabíamos que a chance de fazermos algo nesse sentido e de que as mulheres relatassem que de fato estavam sentindo alguma coisa era praticamente zero." A maioria dos problemas sexuais das mulheres não tem relação com um fluxo insuficiente de sangue para região genital, destaca Lori Brotto, professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e diretora do Laboratório de Saúde Sexual da mesma instituição. Especialmente o mais comum deles: a perda ou a redução do desejo sexual. Nos homens, aliás, o viagra não funciona sem desejo - é preciso "ativação" do cérebro para que haja ereção. A questão central, nesse caso, é que o mecanismo de manifestação do desejo é bastante diferente entre homens e mulheres. Na visão de Prause, ainda que tudo isso estivesse claro desde cedo para muitos dos cientistas envolvidos nas pesquisas, o potencial de vendas de uma droga que pudesse chegar ao mercado com o viagra tadalafil 20 mg mesmo marketing do viagra fez com que muitas farmacêuticas ignorassem os alertas. "Nós avisamos que não iria funcionar", ela reitera. Então estudante de pós-graduação no prestigioso Kinsey Institute, Prause acompanhava seu mentor quando, no começo dos anos 2000, se envolveu em um dos projetos do viagra feminino. Na primeira reunião com o grupo que conduziria a pesquisa, uma surpresa: apenas homens - a maioria acima dos 50 anos, médicos e sem PhD, ou seja, sem treinamento aprofundado em pesquisa científica. "Tinha uma secretária também, que entrava na sala às vezes para servir bolinhos", ela brinca, emendando que acredita que os envolvidos "estavam lá com a melhor das intenções, que queriam ajudar as mulheres e realmente achavam que estavam diante de algo que poderia fazer isso". Ainda assim, a sensação é de que "não houve um debate razoável sobre o que é resposta sexual feminina - os gatilhos para o desejo e a excitação, a conexão (ou desconexão) entre o que acontece no cérebro e no restante do corpo - e sobre por que aquela abordagem provavelmente não iria funcionar".
Quem não deve usar
"Então nós sabíamos que a chance de fazermos algo nesse sentido e de que as mulheres relatassem que de fato estavam sentindo alguma coisa era praticamente zero." A maioria dos problemas sexuais das mulheres não tem relação com um fluxo insuficiente de sangue para região genital, destaca Lori Brotto, professora do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e diretora do Laboratório de Saúde Sexual da mesma instituição. Especialmente o mais comum deles: a perda ou a redução do desejo sexual. Nos homens, aliás, o viagra não funciona sem desejo - é preciso "ativação" do cérebro para que haja ereção. A questão central, nesse caso, é que o mecanismo de manifestação do desejo é bastante diferente entre homens e mulheres. Na visão de Prause, ainda que tudo isso estivesse claro desde cedo para muitos dos cientistas envolvidos nas pesquisas, o potencial de vendas de uma droga que pudesse chegar ao mercado com o viagra tadalafil 20 mg mesmo marketing do viagra fez com que muitas farmacêuticas ignorassem os alertas.
4. Tribulus terrestris
"Nós avisamos que não iria funcionar", ela reitera. Então estudante de pós-graduação no prestigioso Kinsey Institute, Prause acompanhava seu mentor quando, no começo dos anos 2000, se envolveu em um dos projetos do viagra feminino. Na primeira reunião com o grupo que conduziria a pesquisa, uma surpresa: apenas homens - a maioria acima dos 50 anos, médicos e sem PhD, ou seja, sem treinamento aprofundado em pesquisa científica. "Tinha uma secretária também, que entrava na sala às vezes para servir bolinhos", ela brinca, emendando que acredita que os envolvidos "estavam lá com a melhor das intenções, que queriam ajudar as mulheres e realmente achavam que estavam diante de algo que poderia fazer isso". Ainda assim, a sensação é de que "não houve um debate razoável sobre o que é resposta sexual feminina - os gatilhos para o desejo e a excitação, a conexão (ou desconexão) entre o que acontece no cérebro e no restante do corpo - e sobre por que aquela abordagem provavelmente não iria funcionar". "E isso não é algo único daquela empresa", completa a cientista. Boolell concorda que a indústria farmacêutica deveria "ter ouvido mais as mulheres". Em 2004, quando a Pfizer anunciou que estava suspendendo seu projeto, ele deu uma série de entrevistas para explicar os motivos. "Há uma desconexão em muitas mulheres entre as mudanças na genitália e as mudanças no cérebro [durante a resposta sexual]", disse na ocasião. "Essa desconexão não existe entre os homens. Homens têm ereções consistentemente na presença de mulheres nuas e querem fazer sexo.
Para que serve
Cialis Levitra Viagra Vardenafil Vitaros Cream Sildenafil Spedra Tadalafil Pacote Inicial para Disfunção Erétil Deseja que abordemos um assunto num artigo futuro? Queremos que os cuidados de saúde sejam mais sobre si. Subscreva à nossa newsletter para obter artigos de saúde personalizados que fazem a diferença. Aviso: A informação fornecida nesta página não substitui o aconselhamento médico profissional, diagnóstico, ou tratamento. Em caso de dúvidas ou preocupações sobre a sua saúde, por favor, consulte um médico.
Flibanserin é o mesmo que Viagra?
Aqui irá encontrar tudo o que tratamos. Ou, se estiver à procura de algo que ainda não temos, pode sugerir algo. (E deixe também o seu e-mail, de modo a podermos informá-lo se escrevermos um artigo com base na sua sugestão). Todas as nossas opiniões pertencem a pacientes reais após a entrega dos seus tratamentos. Cada avaliação que publicamos é recolhida através da Reviews.io, uma plataforma independente de avaliações. Com as mulheres, as coisas dependem de uma miríade de fatores." Depois do fracasso, as farmacêuticas gradativamente fecharam as torneiras e o ciclo do financiamento abundante para pesquisas em fisiologia sexual minguou. Prause, que a essa altura já estava no departamento de Psiquiatria da Universidade da Califórnia como pesquisadora associada, começou a enfrentar resistência interna na instituição para continuar tocando um estudo sobre orgasmo e depressão. Apesar de ter conseguido financiamento privado para sua pesquisa, ouviu da universidade que não poderia aceitar o dinheiro - uma postura que ela atribui ao caráter "controverso" de sua pesquisa. Terminado seu contrato com a UCLA, ela resolveu fundar a Liberos, um instituto de pesquisa independente. "Há ainda um grande estigma em relação a qualquer coisa que se proponha a lidar com problemas sexuais das mulheres", diz ela. "Uma pílula é considerado algo 'aceitável', mas qualquer coisa mais ligada à sexualidade é vista por muitas empresas como algo que pode causar dano à imagem, algo que pode ser visto como pornográfico. Passadas quase duas décadas, uma farmacêutica não havia desistido do viagra feminino - mas focava em outro órgão, o cérebro.
- Praticar exercício físico regular, como caminhadas, natação ou pilates, para melhorar a circulação sanguínea
- Adotar uma dieta mediterrânica rica em frutas, vegetais, frutos secos e azeite virgem extra
- Dormir entre sete a oito horas por noite para regular as hormonas do bem-estar e do apetite sexual
- Gerir o stresse através de meditação guiada, ioga ou técnicas de respiração diafragmática
- Fortalecer o pavimento pélvico com exercícios de Kegel, que aumentam a sensibilidade e o prazer
- Evitar o consumo excessivo de cafeína e nicotina, que podem restringir o fluxo sanguíneo periférico
- Reservar momentos de intimidade não sexual, como massagens ou banhos relaxantes a dois
- Hidratar o corpo adequadamente, bebendo pelo menos 1,5 litros de água por dia
Em 2015, a Sprout colocou no mercado o flibanserin, medicamento originalmente desenvolvido como antidepressivo e que atua nos níveis dos hormônios dopamina e serotonina com a promessa de aumentar a libido feminina.
| Ingrediente | Mecanismo de ação | Estudos disponíveis | Dosagem recomendada |
|---|---|---|---|
| Ginseng vermelho | Vasodilatação e aumento da excitação | Ensaio clínico com 32 mulheres | 500 mg por dia |
| Ginkgo biloba | Melhoria da circulação periférica | Estudo observacional com 68 mulheres | 120 mg por dia |
| Ashwagandha | Redução do cortisol e aumento da energia | Revisão sistemática de 5 ensaios | 300 mg por dia |
| Damiana | Estimulação do sistema nervoso central | Estudo piloto com 24 mulheres | 200 mg por dia |
| Feno-grego | Modulação hormonal e aumento da libido | Ensaio duplamente cego com 40 mulheres | 600 mg por dia |
A droga foi recebida de forma crítica pelos especialistas. Nos testes clínicos, o aumento no número de episódios sexuais satisfatórios (uma medida relativamente subjetiva usada pelo órgão regulatório americano, o FDA, para avaliar essa categoria de medicamentos) observados em um mês entre as participantes ficou entre 0,5 a 1, quando comparado aos resultados do grupo submetido ao placebo.
O enigma do desejo feminino
"E isso não é algo único daquela empresa", completa a cientista. Boolell concorda que a indústria farmacêutica deveria "ter ouvido mais as mulheres". Em 2004, quando a Pfizer anunciou que estava suspendendo seu projeto, ele deu uma série de entrevistas para explicar os motivos. "Há uma desconexão em muitas mulheres entre as mudanças na genitália e as mudanças no cérebro [durante a resposta sexual]", disse na ocasião. "Essa desconexão não existe entre os homens.
1. Flibanserin
Homens têm ereções consistentemente na presença de mulheres nuas e querem fazer sexo. Com as mulheres, as coisas dependem de uma miríade de fatores." Depois do fracasso, as farmacêuticas gradativamente fecharam as torneiras e o ciclo do financiamento abundante para pesquisas em fisiologia sexual minguou. Prause, que a essa altura já estava no departamento de Psiquiatria da Universidade da Califórnia como pesquisadora associada, começou a enfrentar resistência interna na instituição para continuar tocando um estudo sobre orgasmo e depressão. Apesar de ter conseguido financiamento privado para sua pesquisa, ouviu da universidade que não poderia aceitar o dinheiro - uma postura que ela atribui ao caráter "controverso" de sua pesquisa. Terminado seu contrato com a UCLA, ela resolveu fundar a Liberos, um instituto de pesquisa independente. Ou seja, no intervalo de um mês, as mulheres que tomavam o medicamento relataram um episódio sexual satisfatório - ou menos - a mais do que aquelas que o não tomavam.
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